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Monday, 4 October 2010
Sunday, 3 October 2010
O Tempo Não Pára- Cazuza
Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou o cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara
Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára
Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha no palheiro
Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro
A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára
Wednesday, 4 August 2010
# 4 Elephants- Rachael Yamagata
If the elephants have past lives
Yet all destined to always remember
It's no wonder how they scream
Like you and I, they must have some temper
And I am dreaming of them on the planes
Dirtying up their beds,
Watching for some sign of rain to cool their hot heads
And how dare that you send me that card
When I am doing all that I can do
You are forcing me to remember
When all I want is just forget you
If the tiger shall protect her young
Then tell me how did you sleep by?
Oh, my instincts have failed me for once
I must have slept the whole night
And I am dreaming of them with their kill,
Tearing it all apart
Blood dripping from their lips
And teeth sinking into heart
And how dare that you say you'll call
When you know I need some peace of mind
If you have to take sides with the animals
Won't you do it with one who is kind?
If the hawks in the trees need the dead
If you're living you don't stand a chance
For a time though you share the same bed
But there are only two ends to this dance
You can flee with your wounds just in time
Or lie there as he feeds,
Watching yourself ripped to shreds and laughing as you bleed
So for those have you fallen in love
Keep it kind, keep it good, keep it right
Throw yourself in the mist of danger
But keep an eye open at night
Sunday, 1 August 2010
Monday, 26 July 2010
Saturday, 10 July 2010
Wednesday, 7 July 2010
#7 Los Infelices
Hoy festejaremos los infelices.
Hoy será nuestro día
un día de alegre tristeza.
Será una fiesta hiperpoblada
por que somos infinitos.
Bindaremos con vino tinto
y nos sofocará el gentío.
Abriremos las tumbas
y sacaremos a bailar
a nuestros muertos más queridos.
Y dios se enojará
rugirá de ira…
pero no nos importará
por que dios no existe.
No será un coctel refinado…
No será una rave
de pastilleros drogadictos…
Hoy festejaremos los infelices.
Los solos.
Los muertos en vida de tristeza.
Los sin casa.
Los sin comida.
Los sin sentido.
Los sin.
Nada.
Los desolados
se cruzaran con ojos cómplices
y encontrarán amantes mediasnaranjas.
Los sin madre volverán al útero
y serán abrigados por una canción de cuna interminable.
Abriremos los loqueros y las cárceles
y cantaremos todos juntos
sin saber desafinando.
Cantaremos a los gritos
bailaremos sin parar
hasta que los huesos se nos pulvericen
y tocaremos nuestras manos.
Palparemos huellas digitales infelices.
Identidad tiste.
Condena.
Hoy festejaremos los infelices.
Se verá ridículo desde la distancia
ver tantas caras grises habitadas por sonrisas.
Que día
maravilloso
increíble
sublime.
Durarán hasta el primer canto del primer pájaro
los festejos.
Hasta que el primer rayo leve de luz
nos perfore la cabeza
Como vampiros inmortales
condenados a una inacabable tristeza
dejaremos la fiesta.
Barreremos el cotillón.
Pincharemos los globos
y nos dolerá la cabeza
producto del alcohol barato consumido.
Nos ahorcará el arrepentimiento
la grandiosa eterna madre culpa.
Querremos vomitar eso ácidos jugos
de cargo de conciencia y vino tinto.
Volveremos a nuestras íntimas cámaras de tortura
a que nos siga sangrando el corazón con desenfreno.
Pero después
cuando todo termine.
Ahora…
Ahora vistámonos de riguroso largo y etiqueta
porque hoy…
hoy sí…
Hoy festejaremos los infelices.
NATY MENSTRUAL
OCTUBRE 2005-10-23
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